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Muito além das letras defendendo a legalização da maconha, o Planet Hemp chamou atenção pela curiosa fusão de gêneros; faziam um rock com muita influência do rap, funk, hardcore e psicodelia. O vocal do carismático Marcelo D2 ganhava força ao lado de BNegão, que dividiu os vocais no primeiro disco, os riffs da guitarra de Rafael Crespo, que davam o tom roqueiro, e da potente cozinha que tinha o baixo de Formigão e a batida perfeita de Bacalhau. 


Em “Os Cães Ladram mas a Caravana não Para” (1997) o Planet Hemp apresentava mais um álbum inovador, com produção de Mario Caldato Jr (Beastie Boys), acrescentando uma clara influência de samba e bossa nova. Puxado pelo hit provocativo “Queimando Tudo” (do refrão “Continuo queimando tudo até a última ponta”), a banda carioca ampliou o sucesso vendendo mais de 250.000 cópias. Além dessas, as outras 15 faixas traziam ora peso (“100% Hardcore”, “Adoled (The Ocean)”, “Seus Amigos”, “Quem me Cobrou”), ora suingue (“Biruta”, “Bossa”, “Zerovinteum”, “Paga Pau”), ora o rap característico da banda (“Hip Hop Rio”,  Rappers Reais”, “Se Liga”), ora supresas como a versão de “Nega do Cabelo Duro”. Um dos grupos que deu a cara dos anos 90, de volta ao melhor formato para apreciação de seus graves e nuances sonoras, o vinil.

Planet Hemp - Os Cães Ladram Mas A Caravana Não Pára (Novo/Lacrado)
R$110,00
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Muito além das letras defendendo a legalização da maconha, o Planet Hemp chamou atenção pela curiosa fusão de gêneros; faziam um rock com muita influência do rap, funk, hardcore e psicodelia. O vocal do carismático Marcelo D2 ganhava força ao lado de BNegão, que dividiu os vocais no primeiro disco, os riffs da guitarra de Rafael Crespo, que davam o tom roqueiro, e da potente cozinha que tinha o baixo de Formigão e a batida perfeita de Bacalhau. 


Em “Os Cães Ladram mas a Caravana não Para” (1997) o Planet Hemp apresentava mais um álbum inovador, com produção de Mario Caldato Jr (Beastie Boys), acrescentando uma clara influência de samba e bossa nova. Puxado pelo hit provocativo “Queimando Tudo” (do refrão “Continuo queimando tudo até a última ponta”), a banda carioca ampliou o sucesso vendendo mais de 250.000 cópias. Além dessas, as outras 15 faixas traziam ora peso (“100% Hardcore”, “Adoled (The Ocean)”, “Seus Amigos”, “Quem me Cobrou”), ora suingue (“Biruta”, “Bossa”, “Zerovinteum”, “Paga Pau”), ora o rap característico da banda (“Hip Hop Rio”,  Rappers Reais”, “Se Liga”), ora supresas como a versão de “Nega do Cabelo Duro”. Um dos grupos que deu a cara dos anos 90, de volta ao melhor formato para apreciação de seus graves e nuances sonoras, o vinil.